Varacast (008) – O Mundo Selvagem dos Fliperamas

Em nosso Varacast de número 8, os porcolegas se reuniram para conversar sobre os tempos antigos e perigosos do mundo selvagem dos Fliperamas. Formador de caráter para muitos, menos para os meninos amarelos (a.k.a. garotinhos(as) da mamãe/meninos de playground/criados por vó) que só jogavam no conforto e segurança dos Shopping Centers, descubra os segredos, artimanhas e todas as lendas urbanas que rondavam esse ambiente transformador, libertador e, muitas vezes, hostil.

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Neste episódio: Enquanto Jotazêr Leite demonstra todo o seu conhecimento adquirido pelos seus mais de 20 anos de experiência em games, Bill Power conta como o Jesus Crucificado lhe deu forças para vencer desafios (e também quebrar controles), Mário Bastos lamenta (mais uma vez) o seu passado pobre e noob, Márcio Melo conta como a sua vara da alegria era disputada antigamente e, por fim, Ramon Prates conta uma das histórias mais tristes já contadas sobre o mundo selvagem dos Fliperamas.

Comentados no episódio:

Dicas de jogos

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O Varacast é fruto do esforço e empenho dos porcolegas da POCILGA. Esperem a cada quinzena (também conhecido como de 15 em 15 dias) um novo episódio sempre com variação de temas, participantes e assuntos abordados.


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14 thoughts on “Varacast (008) – O Mundo Selvagem dos Fliperamas

  1. Jogou Castlevania no Atari, Popota/Mario? Até pesquisei na wikipedia e não encontrei. O primeiro Castlevania foi no Famicon (NES ou Nintendinho) em 1986.
    Ninguém recomendou um jogo de luta dos arcades?

    1. Fala nosso grande especialista em JJ! O Castlevania no Atari é uma piada com das minhas – já habituais – “caneladas” que rolou no primeiro episódio, o Nostalgia Gamer.

      1. A cada cast MB solta mais uma pérola, até no leitura de emails tive que cortar várias, a melhor era Tom Hanks cientologista heheheh

  2. Fala ai Porcolegas!

    Quando vcs falaram do perigo dos fliperamas, me lembrei que ia num boteco “pé sujo” pra jogar KOF ’94! Era único lugar que tinha KOF a R$ 0,25 a ficha… o risco de vida valia a pena.

    Em 1997 eu ganhei um Neo Geo CD, assim como nosso amigo ai do podcast! Ai bicho, minha casa virou o fliperama da galera. Porque esse Neo Geo veio com KOF ’95 e KOF ’97 que era p frisson da época.

    E fui dono de locadora em 2002, tenho várias histórias. Fico a disposição ai, blz?! hehhee

    Queria só complementar com 2 curiosidades…o game Garou que foi recomendado, é continuação direta do Fatal Fury 2 e o Captain Commando se passa na mesma cidade do Final Fight, porém em um longínquo futuro.

    Parabéns pelo Podcast e Sucesso!

    Fábio Franzoni

    1. Muito obrigado man! Opinião de outros que fazem podcast sempre é boa. Quando é elogio então, é uma honra. Vamos ajustar esse Crossover aí que vai ser massa!

    2. Massa Fabio, esse de locadoras está na nossa pauta futura, vamos sim combinar também. Crossover everywhere! Valeu mais uma vez
      😀

  3. Sobre os jogos de gangue (era como eu chamava os beat’n’up dos arcades), que foi o que vocês mais comentaram, havia dois que eu especialmente gostava e jogava sempre que possível.
    Alien vs Predator, que permitia você escolher entre 2 tipos de Predadores, uma oficial ninja ou um ciborgue humano bombado (que lembrava muito o velho Arnold) para enfrentar uma horda interminável de Aliens. Era muito legal, principalmente quando você incinerava todo mundo com o canhão de ombro.
    Dungeons & Dragons: Shadow over Mystara, que era a glória para os RPGistas de plantão. Montar um grupo com Guerreiro, Mago, Elfa, Ladra, Clérigo ou Anão para enfrentar uma horda de adversários saídos do Livro dos Monstros (Monster Manual) do D&D.
    Outra curiosidade, o X-Men de duas telas e 6 jogadores teve uma máquina funcional no Playland do Iguatemi de Salvador (agora Shopping da Bahia) antes da reforma de lá. Tinha até uma vantagem de jogar ele, quando você passava o cartão (não era mais ficha) ele dava um crédito (que eram duas vidas) para cada um dos personagens. Era facilmente o mais econômico, mas não menos difícil.

    1. Perdi esse Carlos, eu fui muito cria do Pq. Júlio César daqui de Salvador e como tínhamos o nosso fliper de rua dificilmente eu ia no Shopping jogar. Quando comecei já foi depois dessa reforma que você mencionou aí.

      Devia ser insano mesmo

  4. Além de moldar caráter, fliperama ensinou lições valiosas. Até hoje eu dou chute em lata de lixo pra ver se sai um frango assado de dentro.

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