Lista | 9 Filmes baseados em fatos reais (com Leonardo DiCaprio)

Como já diriam os Irmãos Coen, quem não ama uma história real? Imagine então uma história real, com um dos heróis mais amados de sua geração. É muito amor, gente.

Afinal, a gente pode ainda não saber se no próximo dia 28 de Fevereiro de 2016 ele enfim levará a já tão merecida estatueta do Oscar, mas uma coisa é certa: Leonardo DiCaprio é um dos melhores atores de sua geração e da atualidade. E isso não se deu por acaso. DiCaprio é do tipo que sempre procurou os papéis mais desafiadores e difíceis, e teve o talento e a competência necessárias para prosperar com isso. Além disso, sempre demonstrou uma predileção por histórias reais, talvez por acreditar que nessas histórias residiam de fato os melhores papéis.

Atenta a isso, a nossa Po.Ci.L.Ga elaborou uma lista com nove filmes da filmografia de DiCaprio (incluindo O Regresso”), que são baseados em fatos reais. A lista segue organizada do filme de menor para o de maior grau de “baconzidade” (a propósito, todos filmes que variam de bons a excelentes, o que dificultou bastante nossa calssificação). Saboreie e comente.


9º – Eclipse de uma Paixão (Total Eclipse, 1995)

Poster---Total-EclipseDepois de se revelar em Gilbert Grape: Aprendiz de Sonhador (What’s Eating Gilbert Grape, 1993), juntamente com Johhny Depp, DiCaprio foi escalado para um filme bastante desafiador que aborda a história da complicada relação entre os poetas Arthur Rimbaud, interpretado por ele, e Paul Verlaine, vivido pelo sempre competente David Thewlis. O filme retrata de forma romantizada, mas sem se distanciar muito da realidade, a relação de obsessão e paixão que escandalizou o círculo parisiense literário e artístico na segunda metade do século XIX. Rimbaud é considerado um dos grandes poetas do modernismo tendo influenciado fortemente o surrealismo. O filme da diretora Agnieszka Holland pode não ser excepcional, mas é bastante corajoso ao retratar uma relação entre dois homens, de forma bastante clara e direta, em uma época ainda marcada por preconceitos, que precedeu em muito filmes como O Segredo de Brokeback Mountain (2005).

kevin-bacon-3Uma frase: O amor tem que ser reinventado.

Uma cena: Rimbaud seduz Verlaine com um beijo suave e apaixonado.

Uma curiosidade: O ator River Phoenix estava originalmente escalado para viver o jovem Rimbaud mas, com sua morte trágica, DiCaprio assumiu. Também foi o primeiro beijo do ator em cena, com David Thewlis.


8º – O Despertar de Um Homem (This Boy’s Life, 1993)

Poster---This-boy's-Life-(para-editar)Ainda cedo na carreira, em 1993, DiCaprio teve chance de contracenar com Robert De Niro pela primeira e única vez em um longa-metragem, sob a batuta do competente diretor Michael Caton-Jones. O filme é baseado nas memórias do escritor Tobias Wolff, vivido por Leo. Na dramatização a mãe de Tobias – ou Toby, como é chamado na película – muda-se para o estado de Washington para fugir de um marido abusivo. Instalando-se na cidade de Concrete, ela se envolve com outro homem, o mecânico Dwight Hansen (personagem de De Niro). Logo fica evidente que a mãe de Toby, Caroline (Ellen Barkin), tem uma certa predileção por tipos abusivos. O filme, enfim, se foca nessa complicada relação entre Toby e seu padrasto, e seu amadurecimento durante esse processo. O filme conta com ótimas interpretações de todo o elenco principal, sendo inclusive considerada uma das melhores atuações da carreira de De Niro.

Uma frase: Eu sei uma coisa ou duas sobre uma coisa ou duas.

kevin-bacon-3Uma cena: Toby e Dwight chegam às vias de fato.

Uma curiosidade: Tobey Maguire chegou a fazer testes para o papel de Toby, sem sucesso. Mas, Leonardo DiCaprio, desde aquela época amigo íntimo de Maguire, conseguiu interceder com o diretor para conseguir um papel para ele no filme. Maguire, enfim, interpretou Chuck Bolger, um amigo de Toby no filme. E assim iniciou-se a carreira de Tobey Maguire no cinema que nos rendeu o melhor Homem-Aranha nas telonas até os dias de hoje.


7º – Diário de um Adolescente (The Basketball Diaries, 1995)

Poster---Basketball-DiariesAinda em 1995 DiCaprio viveu a história de Jim Carrol, um jovem nova-iorquino com um promissor futuro, estrela do time de basquete de sua escola, que acaba sucumbindo ao mundo das drogas tornando-se viciado em heroína para fugir de uma série de problemas que vão desde uma mãe superprotetora (Lorraine Bracco), passando por um treinador abusivo (Bruno Kirby) e um amigo morrendo de leucemia. Para sustentar o vício Jim teve que roubar e se prostituir e acabou preso no na Ilha Riker. O filme, baseado nas memórias de Jim Carrol (os “diários de basquete” do título original), é praticamente uma Christiane F. estadunidense, mas com um homem no papel principal, e até hoje é considerado um dos filmes mais genuínos a tratar do problema do vício em narcóticos. O longa ainda conta com Ernie Hudson (o eterno Winston de Caça-Fantasmas) e um jovem Mark Wahlberg.


Uma frase
: Não deixe sua boca te meter em uma encrenca que seu traseiro não pode suportar.

kevin-bacon-3Uma cena: Jim se injetando com heroína pela primeira vez.

Uma curiosidade: Até duas; o filme se passa na década de 90, apesar de a história original – narrada no livro homônimo – de Jim Carrol ter ocorrido durante a década de 60. O filme também foi alvo de diversos processos e controvérsias, sob a alegação de que teria influenciado comportamentos violentos de alguns jovens na época que foi lançado, especialmente do jovem Michael Carneal, responsável pelo massacre da Heath High School em 1997.


6º – J. Edgar (J. Edgard, 2011)

Poster---J.Edgard-(para-editar)Apesar de não ser uma das joias da coroa do currículo de Clint Eastwood, J. Edgard não deixa de ser uma película bem acima da média se comparada a outras tantas da história do cinema. O filme conta a história de uma figura verdadeiramente mitológica da história dos EUA: John Edgar Hoover, simplesmente o homem que criou o FBI. Mas espere, não foi só isso. Hoover não apenas criou como também dirigiu o FBI por quase 40 anos, só deixando o cargo mesmo porque a Dona Morte veio retirá-lo na marra! Hoover sem dúvida foi um dos grandes responsáveis pro transformar o FBI em uma das agências mais eficientes no combate ao crime do mundo. Mas sua permanência do acordo durante toda sua vida não é explicada apenas por sua eficiência. A força de Hoover era tão grande no cenário político estadunidense que muitos presidentes recorriam a ele depois de assumir a Casa Branca. Muito pelo fato de, segundo relatos, manter em sua posse gravações secretas e comprometedoras dos mais poderosos homens de Washington.

Claro que apenas isso já seria o bastante para fazer de J. Edgard um grande personagem. Mas a vida privada do emblemático personagem não deixa de dar o que falar: durante muito tempo, rumores acerca da orientação sexual de Hoover foram motivo de grande especulação. Ele nunca se casou e tinha uma relação com um protegido e homem de confiança, Clyde Tolson (no filme, vivido por Armie Hammer) – que veio a ser seu sucessor – que muitos afirmavam ultrapassar a esfera profissional ou mesmo de uma simples amizade. Mas nada disso jamais ficou esclarecido, e o filme de Eastwood tem o mérito de tratar desses assuntos sem assumir uma posição determinada, mostrando que as relações e os fetiches de Hoover – há vários relatos de que ele gostava de se vestir de mulher – eram muito mais uma resultado de sua complexa e fascinante personalidade. E é essa personalidade que é o ponto central do filme, sendo, claro, muito bem interpretada por Leonardo DiCaprio. O ator chegou a ser indicado a um Globo de Ouro pela atuação, mas não venceu. O filme ainda conta com a sempre espetacular Judi Dench no papel da mãe de J. Edgard.

Uma frase: Nós somos os pecadores, Edgar. Nós toleramos a falta de leis na terra até que ela cresça a proporções diabólicas .

Uma cena: Clyde e J. Edgard resolvem suas diferenças de uma forma um tanto quanto intensa, num quebra-quebra em um hotel.

Uma curiosidade: Judi Dench queria tanto participar do filme que, apesar de ter quebrado o dedão do pé filmando uma produção anterior, escondeu esse fato do produtor Robert Lorenz, que só veio a descobrir quando a participação nas filmagens da atriz já havia se encerrado. Como uma legítima dama do teatro britânico, Dench filmou todas as suas cenas com o dedão quebrado.


5º – Titanic (Titanic, 1997)

Poster---TitanicAtire a primeira pedra quem não cantou a plenos pulmões “My heart will go on” de Celine Dion! A música foi o “Let it Go” de sua geração, e grudava mais que chiclete, a ponto de ninguém mais suportar ouvir a cantora canadense (nem ela mesma), forçando-a a se aposentar. Também pudera, a canção (que ganhou o Oscar) é a música tema de Jack (Leo DiCaprio) e Rose (Kate Winslet), simplesmente o par romântico de um dos maiores sucessos de bilheteria da história do cinema. A despeito de críticas quanto a qualidade da obra, é incontestável que o filme do diretor James Cameron é um marco da história do cinema, tanto no quesito público – tendo sido o primeiro a romper a marca de 1 bilhão de dólares e se mantendo entre os maiores até hoje, quase vinte anos após seu lançamento -, quanto no quesito técnico: Cameron, como de praxe em suas obras, utilizou tecnologias de ponta para filmar a película e recorreu ao desenvolvimento de novos efeitos visuais para conseguir o resultado realista que nós vemos nas telas, contando a história real de um dos maiores desastres náuticos da história com acuidade impressionante. Claro, não é uma das melhores atuações de DiCaprio, ainda assim ele consegue apresentar um Jack Dawson – a propósito, um personagem fictício – capaz de envolver a audiência em seu drama, ao longo das mais de três horas de projeção que, graças a ele, Winslet e o talento de Cameron, não ficam nem um pouco enfadonhas.

kevin-bacon-4Uma frase: I’m the king of the world!

Uma cena: Jack e Rose na ponta da proa do Titanic, em uma das cenas mais famosas da história do cinema.

Uma curiosidade:O filme foi um sucesso tão grande, e permaneceu tanto tempo em cartaz que a Paramount foi obrigada a enviar novos rolos de fita para as salas de projeção que haviam, literalmente, gasto as cópias originais de tanto utilizá-las.


4º – Prenda-me Se For Capaz (Catch Me If You Can, 2002)

Poster---Catch-MeA história de Frank Abagnale Jr. é uma das mais incríveis e fascinantes dessa lista. Um charmoso falsário que, ainda jovem, começou a fraudar cheques e dar calotes em Bancos (sério, quem pode culpar alguém por fraudar bancos?)¹. Mas suas habilidades e carisma eram tamanhos que Frank Jr. acabou mudando de lado e passando a auxiliar o FBI a descobrir e prender outros falsários.

Claro que o roteiro de Jeff Nathanson romantiza bastante a história baseada na autobiografia do próprio personagem principal, seguindo bem o tom de filmes que o diretor Steven Spielberg tanto adora fazer. Mas não há dúvidas que é a ótima atuação de DiCaprio que nos faz torcer do início ao fim pelo falsário, mesmo sabendo que tudo que ele faz é errado. Além do mais, é provavelmente um dos melhores filmes da filmografia de Spielberg, num ótimo equilíbrio de comédia e drama, com uma grande atuação também de Tom Hanks, que interpreta o agente Carl Hanratty que inicialmente caça, e depois recruta, Frank Jr. Ah, o filme tem Christopher Walken no papel do pai de Frank Jr. Dammit, Chloe! Um filme com Christopher Walken não pode ser nunca ruim!

Uma frase: Você sabe por que os Yankees sempre vencem? Porque ninguém consegue tirar os olhos daquelas malditas listras no uniforme.

kevin-bacon-4Uma cena: Frank Jr. consegue ludibriar e escapar do agente Carl Hanratty após ser encurralado por ele em um quarto de motel.

Uma curiosidade: Frank Abagnale Jr. jamais esteve na lista dos mais procurados do FBI. Essa lista é reservada apenas para criminosos extremamente violentos, e esse jamais foi o estilo de Frank Jr. O filme toma diversas liberdades poéticas, como era de se esperar. Contudo, o próprio Frank Abagnale Jr. já afirmou que cerca de 80% do que é mostrado no filme é real… mas… bem… o cara era um falsário, né?

¹ NOTA DO REVISOR: A opinião aqui retratada é apenas do autor do texto. A PO.CI.L.GA. não se responsabiliza por eventuais fraudes bancárias cometidas em decorrência da leitura dessa lista.

3º – O Aviador (The Aviator, 2004)

Poster-AviadorO Aviador é um obra-prima do cinema. É indiscutivelmente um dos melhores filmes de Martin Scorcese, que conta a história de um dos homens mais importantes do século XX, o milionário e excêntrico Howard Hughes, magistralmente personificado por Leonardo DiCaprio. É até injusto adjetivar Hughes como simplesmente um milionário: o homem era um gênio. Praticamente um Tony Stark do mundo real (de fato, Stan Lee já chegou a afirmar que Hughes foi sua inspiração para o personagem). Um engenheiro talentoso que transformou a companhia do pai em um fenômeno industrial, calcado acima de tudo em sua inventividade. Hughes jamais perdeu sua paixão pela aviação, que se tornou praticamente uma obsessão. Aliás, seu comportamento obsessivo compulsivo, rendeu a Leonardo DiCaprio excelentes possibilidades de interpretação que ele soube explorar muito bem. Ele também teve uma relação bastante íntima com o cinema, financiando produções e mantendo relacionamentos com estrelas como Ava Gardner e Katharine Hepburn (no filme vivida por Cate Blanchett, que ganhou o Oscar de melhor atriz coadjuvante pelo papel).

O Aviador foi indicado a 11 Oscars, mais ganhou apenas 5. E dessa vez tanto DiCaprio quanto Scorcese foram injustiçados, não tendo nenhum dos dois sido premiados pelos merecidos trabalhos como melhor ator e diretor, respectivamente. Mais tarde a Academia de Hollywood reparou o erro para com Scorcese com seu Oscar em Os Infiltrados (2006) – que, apesar de ser um excelente filme policial, não é com certeza melhor que o Aviador -, mas DiCaprio, até a presente data, permanece injustiçado. E a injustiça é ainda maior se considerarmos seu trabalho impecável em O Lobo de Wall Street (2013). Mas sobre isso, falaremos mais a frente.

kevin-bacon-5Uma frase: Não querida, eu jamais leria às suas conversas telefônicas sem sua autorização. Eu apenas leio as transcrições.

Uma cena: Hughes, consumido pelo transtorno obsessivo compulsivo, nu, esquálido e sozinho, sentado na sua sala de projeção.

Uma curiosidade: Martin Scorsese teve o cudiado de garantir que cada ano retratado na película tivesse a exata coloração que filmes coloridos da época possuiam. À medida que o tempo passa as cores na fita ficam mais sofisticadas e apuradas.


2º – O Regresso (The Revenant, 2015)

Posters-RegressoAfinal, todo mundo já sabe (se não sabe, deveria saber) que a grande chance de Leonardo DiCaprio colocar as mãos no seu tão desejado careca dourado vem justamente da sua interpretação no filme baseado na história real do caçador Hugh Glass. E olha que a história no filme é até “aliviada” para não parecer tão absurda, já que para se contar a vida de Glass com precisão seria necessário uma série de filmes que desfilasse por vários gêneros, haja vista que o rapaz até pirata foi!

O Regresso é um filme que tem uma nível de excelência de técnica cinematográfica, atuação, direção e tudo mais que sem dúvida o elevam ao status de uma das grandes obras do cinema. E sem dúvida alguma, dentre as histórias reais interpretadas por Leo, é de longe a mais impressionante. Diabos, ela é mais impressionante do que muita ficção por aí!

Uma frase: Enquanto você puder respirar, lute. Respire… siga respirando.

kevin-bacon-5Uma cena: O acampamento de caçadores é atacado por índios, a beira do rio, numa das melhores cenas de abertura em plano sequência do cinema.

Uma curiosidade: Durante as filmagens Tom Hardy chegou literalmente a esganar o diretor Alejandro González Iñárritu por conta de sua beligerância para com seus colegas. Hardy chegou a fazer uma camisa bastante popular no set com a imagem do ato, a qual distribuiu entre a equipe no fim das filmagens.


1º – O Lobo de Wall Street (The Wolf of Wall Street, 2013)

Poster---Lobo-de-WallEu falei que DiCaprio e Scorcese haviam sido irremediavelmente injustiçados em o Aviador, não falei? Pois é. E se você achava que a Academia jamais repetiria isso, é claro que você se enganou (e que também!). O Lobo de Wall Street é divertido, provocador, intenso, inteligente, e simplesmente genial. Mais uma jóia da filmografia de um dos grandes mestres do cinema. É Scorcese em sua melhor forma, com seu domínio da linguagem do cinema o mais afiada possível, ao ponto de contar uma história com um tema complicado para o grande público de forma absolutamente lúdica e compreensível. E isso tudo, mantendo você simplesmente mesmerizado perante a tela de cinema durante três horas de projeção que são pura diversão. Entretenimento de altíssima qualidade. Uma pipoca gourmet. Sério, pessoal, o Lobo de Wall Street sintetiza tudo que o cinema pode ser de bom. Ainda assim o filme foi indicado a 5 Oscars, incluindo melhor ator, diretor e filme, e não levou nada.

E o que dizer de DiCaprio nesse filme: ele simplesmente detona! Ele é o filme. DiCaprio vive Jordan Belfort na película, um dos maiores especuladores da bolsa de valores de Nova York que lesou milhares de pessoas com seus esquemas. Mais uma vez DiCaprio vive um criminoso. E você poderia imaginar que ele repetiria a performance de Frank Abagnale Jr. Nada disso. Jordan Belfort, diferente do moço de bom coração e um tanto desvirtuado de Prenda-me se for capaz, é um perfeito lobo, que não se preocupa em usar pele de cordeiro. Sua conduta ética e moral, nos negócios e na vida privada é absolutamente desprezível, e fica difícil torcer para ele no filme, apesar de não restar dúvidas de que o carisma do ator nos faz, volta e meia, conseguir rir das “estripulias” do protagonista. A Academia, porém, mantendo sua tradição de premiar atuações que se submetem à imposição de grandes flagelos físicos a seus corpos, preferiu premiar Matthew McConaughey – que curiosamente também compõe o elenco do Lobo de Wall Street – pela sua atuação em Clube de Compras Dallas, que embora muito boa, não é melhor do que a de DiCaprio.

kevin-bacon-5Uma frase: Eu não vou morrer sóbrio!

Uma cena: Jordan se arrasta até seu carro, de dentro do Country Club, após ingerir uma imensa quantidade de narcóticos, para, desesperadamente, tentar impedir seu sócio de falar com o FBI.

Uma curiosidade: Outra famosa cena na qual Jordan Belfort bate no peito, repetindo o movimento de seu mentor no filme, Mark Hanna (Matthew McConaughey) é uma improvisação. O movimento de bater no peito e vocaliza é na verdade um exercício de aquecimento vocal de McConaughey que ele também improvisou em sua cena prévia com DiCaprio.


Quadrinista e escritor frustrado (como vocês bem sabem esses são os “melhores” críticos). Amante de histórias de ficção histórica, ficção científica e fantasia, gostaria de escrever como Neil Gaiman, Grant Morrison, Bernard Cornwell ou Alan Moore, mas tudo que consegue fazer mesmo é mestrar RPG para seus amigos nerds há mais de vinte anos. Nas horas vagas é filósofo e professor.

5 thoughts on “Lista | 9 Filmes baseados em fatos reais (com Leonardo DiCaprio)

  1. Muito boa essa lista. Eu não vi esses primeiros filmes dele, preciso corrigir esse erro.
    Também não vi J. Edgar por pura preguiça, mas qualquer dia desses eu assisto.
    Prenda-me se for capaz eu acho maravilhoso, um dos melhores filmes de Spielberg. Eu daria 5 bacons, tenho até o livro que também é muito bom.

    1. Quando Rafael Saldanha aparecer aqui e ouvir esse “disparate”, um filme com Tom Hanks merecer tamanho apareço, você vai ser mais um marcado em sua lista negra.

  2. Excelente lista.
    Mas, bullying à parte, não sei se DiCaprio é tão injustiçado assim, especialmente n’O Aviador. Ele é um ator excelente, sem dúvida, mas naquele ano o Oscar foi para Jamie Foxx, que incorporou Ray Charles como se estivesse numa sessão espírita.
    De todo modo, a galera da Academia é chegada num lifetime achievement, então acho que desse ano não passa e ele ganha a estatueta por O Regresso. Só acho vacilo o urso não ter sido nomeado como ator coadjuvante.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *