Clássicos | Gertrud (1964)

Último trabalho do diretor dinamarquês Carl Theodor Dreyer, Gertrud traz uma visão pessimista e depressiva sobre o amor. Gertrud é uma mulher que está enfrentando problemas nos seus relacionamentos. Sim, no plural. Ela parece não encontrar a felicidade e o amor ideal em nenhum lugar. Até quando ela irá atrás de seus desejos? Será que essa busca vale a pena?

Recheado de simbolismos, monólogos e sugestões, o filme impulsiona reflexões filosóficas. O estilo da direção, com takes longos e uma atmosfera teatral contribuem para a complexidade da obra. Não é uma experiência das mais fáceis, porém a profundidade de Gertrud é marcante e recompensadora.

O filme não foi muito bem aceito na época do seu lançamento, mas foi ganhando a admiração dos críticos ao longo dos anos. Inclusive, se faz presente em algumas listas de melhores todos os tempos. Há um certo exagero nisso, eu diria. De qualquer forma, é uma experiência diferenciada.

 

Fã de sci-fi que gosta de expor suas opiniões por aí! Oinc!

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